quinta-feira, 26 de maio de 2016
SÁDICA
Calado
Que nada
Um tapa
Rude na cara
Cair agachado
Pisado
Não pude
Nem mesmo reagir
Quando o tecido
Fibroso ardeu
Fundido
Meu cu rasgando
Cenoura comprida
Pepino grosso
Da feira
Não sei se era raiva
Assim me comeu
Não sei se era instinto
Sobre meu testículos
Pisou sem dó
Amarrado
Braços esticados
Pernas bem abertas
O caralho postiço
Todo enfiado
Exceto o medo
Não pude gozar
Meu lombo quente
Sentia a tortura
Da vela acesa na bunda
Minha Sádica favorita
Era uma Domme malvada
Me fez seu escravo
Não apenas senhora
Do meu rabo
Leopardo Dom
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